Chronos

Algumas considerações sobre os últimos meses.

Eu não achei que fosse tomar tanto tempo de mim a qualificação, nem tanta saúde.
Eu ouvi coisas demais em tempo de menos.
O michael jackson morreu, mas eu não.

Bem, agora ouvindo pela enésima vez o single nº1 do novo disco do MUSE, me sinto animado a escrever.
Então aí vai um resumão desde o último post:

THE FOOT OF THE MOUNTAIN

A-HA. Esses caras foram durante uma parcela dos anos 80 os reis do pop. Vinham de um país da europa sem tradição musical, não eram nem boy band nem rock band, e estouravam um sucesso atrás do outro. Além de terem um dos melhores vocalistas de todos os tempos.
O tempo passa pra todo mundo, e nos últimos anos o A-ha lançou alguns discos de menos expressividade… apresentou-se até na festa de peão de Barretos! hehehe
E eis que, para a minha surpresa eles compõe “Riding the crest”. E põe essa maravilha num disco cheio de outras músicas legais, chamado Foot of the mountain. Bem, o disco é isso mesmo. Riding the crest é a melhor música do álbum disparada, mas também tem a nostalgia de “What there is”, a levada mais moderna (estilo Keane) de “Foot of the mountain”, e mais um monte de músicas mais romanticas, bem mais chiclete que seus dois últimos álbuns. E por isso bem melhor que eles. Fazia tempo que o A-ha não lançava algo tão bom. Um dos melhores do ano.

DEPECHE MODE FAIL

Eu ia escrever uma crítica toda emocionada sobre o disco mais esperado do ano pra mim, o da minha banda favorita. Ia ser a primeira vez que eu fazia algo do tipo. O disco é excelente, um dos melhores do ano também. Mas…
Veio o lance do show…
Sabe como é, tirar o doce da boca da criança assim… poxa, iam começar avender os ingressos no dia do meu aniversário. Era muito bom pra ser verdade.
Pelo menos agora eu não espero que não possa ver o Depeche Mode por causa de uma overdose do Dave Gahan. Eu espero um câncer, uma queda, ou um grupo de empresários brasileiros sem coração.
O disco? Ah, ele é bom pra caralho.

PIRATAS E METALEIROS

Cara, o heavy metal me surpreende mais a cada dia….
Eu ouvi muito, muito mesmo, o disco Black sails at midnight do Alestorm. Como eu posso dizer… é música de pirata. Tipo, é a mesma coisa que 99% das bandas de Metal fazem com dragões e espadas, mas no caso deles é com piratas. E só por isso o disco já nasce genial. Não ouvi o trabalho anterior, mais ouvir “Keelhauled” e gritar ” a bottle of run and yo-ho-ho” junto com eles é maravilhoso!! Disco pra lá de excepcional!

ACT III

Eu adoro fuçar atrás de música pela internet. Quanto mais diferente, melhor.
Assim fiz várias das minhas descobertas musicais, que se tornaram algumas das minhas bandas favoritas, como Banco del Mutuo Soccorso, Cynic, dredg, Findlay Brown, Haggard, In extremo, Jens Lekman, Le orme, Moon Safari, Unitopia, Ocean Blue, Orphaned Land, Ojos de Brujo, P.L.J. Band, Plus/Minus, Riverside, dentre outras…
Uma das minhas descobertas mais queridas foi o Dear Hunter, uma banda tresloucada que faz algo que parece um pouco o Mars Volta, mas com umas levadas ainda mais tresloucadas que misturam diversos instrumentos, coros e outras coisas. E a gritaria do Casey Crescenzo. É muito foda, pra quem não ouviu, não sabe o que está perdendo. O último disco deles, Life and Death, é o Ato III de uma HEXALOGIA (sim, seis albuns), portanto corra atrás, pois o som é A-NI-MAL!!!
Delicado e ao mesmo tempo visceral… é o Dear Hunter!

Ah, e tem o novo álbum do MUSE…

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